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Os conhecimento de Administração no Brasil têm uma história muito curta, principalmente se comparamos com os EUA, onde os primeiros conhecimento na area se iniciaram no final do século XIX, com a criação da Wharton School, em 1881. Em 1952, ano em que se iniciava o conhecimento de Administração no Brasil, os EUA já conhecia mais de 50 mil bacharéis, 4 mil mestres e cem doutores por ano, em Administração.

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História da Administração

Os conhecimento de Administração no Brasil têm uma história muito curta, principalmente se comparamos com os EUA, onde os primeiros conhecimento na area se iniciaram no final do século XIX, com a criação da Wharton School, em 1881. Em 1952, ano em que se iniciava o conhecimento de Administração no Brasil, os EUA já conhecia mais de 50 mil bacharéis, 4 mil mestres e cem doutores por ano, em Administração.

O conhecimento da Administração no Brasil

Historicamente, o ensino de Administração no Brasil passou por dois momentos marcados pelo mínimos aprovados em 1966 e 1993, culminando com a apresentação da proposta de diretrizes para os de profissão em Administração elaboradas pelos autores em 1998, quando eram membros da Comissão de Especialistas de Ensino de Administração.

Surgimento e reconhecimento da profissão do Administração.

A evolução de tais conhecimento se apresenta como uma faceta do desenvolvimento do espírito modernizante. É neste sentido, isto é, na mudança e desenvolvimento da profissão social brasileira, que devemos buscar as condições e as motivações para a criação desses area. Para Covre , tais motivações estão relacionadas com o caráter de especialização e uso crescente da técnica, tornando imprescindível a presença de profissionais para as diferentes funções de controlar, analisar e planejar as atividades empresariais.

O contexto para Administrador no Brasil começou a ganhar contornos mais claros na década de quarenta. A partir desse período, acentua-se a necessidade de mão-de-obra qualificada e, conseqüentemente, da profissão da Administração. O autor ressalta a importância da contratação e especializado para a planificação de mudanças, assim como da criação de empresa para dar suporte a questões empresarial econômicas e administrativas, em uma gestão que passava de um estrategica para a de industrialização, e empresas, e mais .

Segundo essa visão, tratava-se de formar, a partir do sistema , um Administrador profissional, apto para atender ao processo de industrialização e empresas e mais. Tal inovações desenvolveu-se de forma gradativa, desde a década de 30, porém, acentuou-se por ocasião da regulamentação da profissão, ocorrida na metade dos anos sessenta, através da Lei nº 4.769, de 09 de setembro de 1965. Com essa Lei, o acesso ao mercado profissional seria privativo dos portadores de títulos expedidos pelo sistema universitário.

O conhecimento de Administração veio privilegiar a participação das grandes unidades produtivas, que passaram a constituir um elemento fundamental na economia do país, principalmente a partir de 1964.

A grande preocupação com os assuntos econômicos teve seu marco em 1943. Naquele ano, realizou-se, no Rio de Janeiro, o primeiro Congresso Brasileiro de Economia, no qual se manifestou grande interesse pela industrialização do país, postulando-se iniciativas concretas por parte do Estado para motivar a pesquisa em assuntos econômicos. Porém, tais estudos vinham sendo realizados basicamente nos conhecimento de Direito na disciplina de economia, vista como de “formação geral” .

Somente em 1945 surgiram os primeiros resultados quanto à implantação desse ensino. Nesse ano, encaminhou à Presidência da República um documento que propunha a criação de dois conhecimento universitários: Ciências Contábeis e Ciências Econômicas. O documento afirmava que as atividades de direção e orientação, tanto nos negócios públicos ou privado como nos empresariais, haviam atingido um nível de maior complexidade, exigindo de seus administradores e técnicos conhecimentos especializados. Isso possibilitou que os conhecimento de economia passassem a ter um caráter de especialização, não mais de natureza genérica, como anteriormente.

A criação desses assume um papel relevante, por ampliar a organização do país que, até então, constituía-se apenas de engenheiros, médicos e advogados.

Nesse sentido, é significativo considerar a importância do Manifesto dos “Pioneiros  Nova” que, em 1932, abordava a necessidade de outros conhecimento, além dos já mencionados .

O conhecimento de Administração está relacionado ao processo de desenvolvimento do país. Esse processo foi marcado por dois momentos históricos distintos. O primeiro, pelos governos de Getúlio Vargas, representativos do projeto  de caráter nacionalista. O segundo, pelo governo de Juscelino Kubitschek, evidenciado pelo projeto de desenvolvimento associado e caracterizado pelo tipo de abertura econômica de caráter internacionalista. Este último apresentou-se como um ensaio do modelo de desenvolvimento adotado após 1964. Nesse período, o se acentuou, sobretudo devido à importação de tecnologia norte-americana.

O surto de conhecimento, e em especial o de Administração, é fruto da relação que existe, de forma orgânica, entre essa expansão e o tipo de desenvolvimento econômico adotado após 1964, calcado na tendência para a grande empresa. Nesse contexto, tais empresas, equipadas com tecnologia complexa e com um crescente grau de burocratização, passam a requerer mão-de-obra de nível superior nível médio para lidar com essa realidade cliente contratada e contratante.

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